21 maio 2010

LIVRE ARBÍTRIO

Às vezes as coisas são tão diferentes daquilo que traçamos ou ousamos imaginar, né? A gente chora, xinga, pinta e borda. Ah, vá... normal do ser humano. Aí vem o tempo e a serenidade, te visitam, e levam embora com eles a sua inquietação. Não satisfeitos, te deixam a certeza, ainda que duvidosa no início, do valor que tem um novo dia. Definitivamente, não se pode interferir no livre arbítrio das pessoas. É com cada decisão que tomamos na vida que escrevemos o nosso destino. A vida é curta demais. Eu quero ocupar as 24h do meu dia com coisas boas, com pensamentos bons, com boas energias. Com coisas que me elevem enquanto homem. Quero otimizar meu tempo dedicando-o a quem souber o valor que ele tem. Não vou mais me acostumar a receber aquilo que eu não ofereço. Sorrir é bom, mas é muito mais que uma exposição dos dentes. Tem que vir do coração e encontrar outro coração sorridente. Muitas coisas nessa vida são efêmeras como as canções, como as festas, as farras - que são ótimas -, mas deixam o que? Quando muito, deixam boas recordações. Quer saber? Eu vou é ser feliz e desejar felicidade também. E se me permite, caro leitor: olhe bem a sua volta, esqueça o seu dinheiro, esqueça os bens materiais, todas as tentações do mundo, inclusive as da carne, e recorde momentos simples que viveu. Conseguiu? Taí a sua felicidade. Que certamente já bateu a sua porta e você por algum motivo qualquer não conseguiu escutar. Continuem plantando sabendo exatamente o que irão colher. Esse é o livre arbítrio. Maktub.

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